22 de abril de 2018

PORTAL O TEMPO 
Published on Apr 6, 2018



O Brasil é o segundo no mundo em parto por cesariana, perdendo apenas para a República Dominicana. Segundo a UNICEF, 56% das mulheres optam pelas cirurgias. Conteúdo produzido pelo Núcleo de Projetos Especiais da Sempre Editora.



Entrevista - Jornal o Tempo

DIA MUNDIAL DA SAÚDE

Sabia que o Brasil é o segundo no mundo em número de cesáreas?

Mães e especialistas debatem porque o país ocupa esta colocação, perdendo apenas para a República Dominicana


A arquiteta Kate Macedo teve uma cesariana
PUBLICADO EM 07/04/18 - 03h00
JULIANA SIQUEIRA

“Eu acho que as pessoas que costumam fazer essas coisas ‘loucas’, como escalar o Everest ou pular de bungee jumping, na verdade, é isso que querem sentir. Morro de pena dos homens que nunca vão sentir absolutamente nada parecido. Ter filho tem que ser uma experiência intensa porque a maternidade é algo intenso”. Quem diz essas palavras é Gabriella Sallit, 38, advogada. Mãe de três filhos e grávida do quarto, ela optou pelo parto natural – o último aconteceu em casa, em uma banheira – e enxerga uma série de benefícios em relação a essa experiência
.
Gabriella não está sozinha em relação ao assunto, mas também está longe de representar a maioria das gestantes, pelo menos no Brasil. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o país, atualmente, é o segundo no mundo com o maior percentual de cesarianas (56%), ficando atrás apenas da República Dominicana (58%). A região Sudeste está em terceiro lugar nesse tipo de parto, com 61%.

No dia em que se comemora o Dia Mundial da Saúde, celebrado neste sábado, 7 de abril, a pergunta é: por que estamos diante desse cenário? Sônia Lansky, doutora em saúde pública e coordenadora do Sentidos do Nascer, que luta pela valorização do parto normal e pela redução da cesariana realizada desnecessariamente, afirma que os motivos são variados e até passam pela escolha das mulheres, muitas vezes. A grande questão, ainda segundo ela, é que em alguns casos essa opção acaba sendo induzida.
A advogada Gabriella Sallit já teve três partos naturais


“Muitas mulheres estão perdendo a oportunidade de viver processos importantes. Há,atualmente, profissionais que estão transformando tudo em risco e apresentando a cirurgia como solução. Há uma inversão de valores, de qualidade. Não há como sustentar isso”, destaca ela.

Sônia defende que as grávidas devem ter autonomia para fazer as escolhas delas, mas que, para agir, precisam estar bem informadas. “A partir disso, a pessoa faz a sua escolha”, diz.

Na prática. Fato é que, com o avanço da Ciência, a segurança em diversos processos tem aumentado. A cesariana entra aí, inclusive. Ela pode ser a responsável por salvar vidas que, muitas vezes, poderiam se perder caso não fosse feita a cirurgia. No entanto, em ocasiões em que não há qualquer impossibilidade de parto normal, esse recurso não é o mais seguro, pelo contrário. Sônia afirma que, com a cesariana, há três vezes mais risco de morte.

“Em várias situações, o tempo do bebê não é respeitado quando a cesariana é feita e ele nasce antes da hora, o que pode ocasionar dificuldades respiratórias. Um prematuro pode ter, ainda, futuramente, mais dificuldades de aprendizado. Além disso, quando o bebê nasce de maneira natural, entra em contato com bactérias do corpo da mãe que aumentam a imunidade dele. Isso gera menos riscos de alergias, obesidade, hipertensão, diabetes, entre outros”, afirma ela.

Paulo Tarcísio Pinheiro da Silva, ginecologista e obstetra da Unimed-BH, concorda que o parto normal é o mais indicado na maior parte das vezes. Ele cita, inclusive, que a recuperação da mulher é mais rápida quando o nascimento da criança acontece dessa maneira. “O pós-parto da cesariana é mais dolorido e a mulher tem alta, em geral, em 36 ou 48 horas. Já aquela que tem o parto normal, geralmente, tem alta em 24 horas. Muitas têm medo da dor ao ter a criança, mas o que tira a dor não é a cesariana, mas alguns mecanismos”, diz ele. O profissional cita como exemplo o chuveiro e a banheira, que podem trazer mais conforto para o momento, entre outros.

Respeito. Nesse cenário, há também aquelas mulheres que optam pela cesariana e que sentem, inclusive, que essa é a melhor opção para elas, defendendo que o que deve prevalecer mesmo é o respeito de todos os lados. A arquiteta Kate Macedo conta que se preparou para o parto normal, mas, nas 39 semanas, começou a ficar frágil emocionante e a ter pensamentos negativos. A cesariana a deixou mais tranquila.

“Às vezes, as pessoas falam que as mães que têm esse tipo de parto são um pouco ‘menos mães’ porque não viveram o parto normal. Eu digo a vocês: ter um filho é a melhor das experiências do mundo e ela independe de como a criança saiu”, diz.

Reportagem original: 

1 de janeiro de 2018

Cirurgia minimamente invasiva e pós operatório hérnia de disco

No início de novembro postei um vídeo relatando a minha cirurgia de hérnia de disco e complementando o vídeo, eu gostaria de dar mais detalhes para as pessoas que precisam de uma solução para hérnia de disco e passar a mensagem que SIM, hérnia de disco tem solução e que você não precisa ficar sofrendo imensamente por tanto tempo e resignar-se pensando que vai ter dor crônica pelo resto da vida. Eu sou o exemplo vivo que existe solução imediata. 

Primeiramente, gostaria de passar algumas dicas importantes sobre os erros cometidos (por mim e por outros) no meu tratamento.

Minha hérnia (L5/S1 Extrusa) foi detectada em 2012 e eu era radicalmente contra cirurgia e bloqueios (medo de paralisia, principalmente). Em 2012, eu me reabilitei somente com ótimos profissionais de fisioterapia (50 sessões plano de saúde e 30 sessões com um profissional de pilates, especializado em reabilitação esportiva). Em 2016, eu não tive a sorte de contar com os mesmos profissionais.

Basicamente, a linha do tempo de tratamento de uma hérnia é assim:

1º - Fisioterapia e medicamentos (relaxantes musculares, antinflamatório, analgésicos, Pregabalina ou Gabapentina)
2º - Bloqueios do nervo

  • Importante que passos 1 e 2 sejam feitos dentro dos primeiros 3 meses de crise.
3º - Cirurgia

Óbvio que a cirurgia é para menos de 15% dos pacientes, e é preciso tentar de tudo antes. Eu tentei fisioterapia, pilates, acupuntura, mackenzie, bolsa de água quente, chá de manjericão, mentalizações de cura, vídeos de exercícios no youtube, cloreto de magnésio pa, massagens com arnica, clínica da dor (bloqueio dos nervos periféricos), bloqueio no hospital (denervação percutánea), infiltração com dexametasona. Enfim, muito dinheiro jogado fora; mesmo tendo plano de saúde, os custos foram altos para nenhum resultado, sendo que o maior custo foi o emocional.

Dicas importantes

Todas as dicas são da minha experiência e do que os médicos falaram. Eu me consultei com, pelo menos, 6 ortopedistas (perdi a conta) e dois neurocirurgiões. Todos falaram o mesmo. Então, segue dicas:

  • Existe um ciclo de tempo crucial para a pessoa melhorar com o tratamento convencional, que é de 3 meses. Nesse período, você tem de fazer de tudo (inclusive os bloqueios) para melhorar, não fique somente preso à fisioterapia. Passado esse tempo, a chance de se reabilitar cai drasticamente e corre-se o risco de ficar na dor crônica;
  • Não tenha medo do bloqueio!!! O primeiro ortopedista de coluna que eu fui me falou sobre o bloqueio na primeira consulta e na segunda consulta ele foi enfático: se não melhorou nem 50% com 1 mês, precisa fazer bloqueio. Eu, teimosa, não fiz, somente aceitei fazer com 6 meses. Aí, já era tarde demais...
  • O bloqueio é um procedimento ridículo de simples, vou detalhar abaixo.
  • Sobre fisioterapia, principalmente a de plano de saúde: alguns profissionais não sabem tratar hernia de disco, existem exercícios que certos casos só pioram a condição. Eu caí na mão de uma profissional iniciante e ela piorou minha condição já no primeiro mês, eu sempre saía de lá mancando, saía pior do que eu entrava. Eu deveria ter parado, mas eu não tinha noção do que estava acontecendo e fiz 26 sessões. Então acorde para isso: Se você está ficando pior do que estava depois de cada sessão, pare agora com aquele profissional.
  • O método Mackenzie é excelente para reabilitar pessoas, mas somente quando elas não estão em crise aguda. Eu fui a um profissional logo no início e ele me deu exercícios para fazer em casa e, a cada série que eu fazia, fui piorando e passei a sofre pinçadas terríveis após a terapia com ele. Mackenzie não é indicado para quando você está em crise, saiba disso. São sessões caras, aconteceu comigo a piora e com outra pessoa que se tratou inclusive, com o mais renomado profissional de Belo Horizonte. 
  • A clínica da dor é um paliativo. A princípio achei que era a oitava maravilha do mundo, mas era um mundo de ilusão, causado por anestésicos e corticóides inseridos na sua coluna. A dor passa por uns dias e volta antes da próxima sessão e você cria um ciclo de dependência com aquele medicamento injetado semanalmente. Alguns pacientes melhoram realmente e a pessoa segue a vida, vai fazer pilates, fisio, etc. Mas, eu conheci diversas pessoas que estavam naquela vida de clínica da dor há 4 anos e isso me ajudou a abrir os olhos e ver que aquele não era o caminho. 
  • Pilates é uma atividade maravilhosa, se eu fiquei bem de 2012 a 2016, com a hérnia estabilizada, é porque eu fiz pilates e se eu piorei e caí em crise novamente foi porque eu parei de fazer pilates e me excedi em horas sentada, sem atividade e o problema voltou. Mas, se atente para esse detalhe: nem todas as pessoas que têm curso de pilates sabem tratar hérnia e vários exercícios podem agravar a condição. Um ortopedista me alertou para o fato que o pilates poderia me causar mais lesões e eu, teimosa, não o ouvi e fiquei vivendo um efeito pingue-pongue no pilates, melhora-piora: a cada vez que ela aumentava a carga de exercícios, eu piorava, voltávamos a fazer coisas mais leves e eu melhorava. Essa fisioterapeuta era extremamente arrogante, não aceitava que estava errada, nunca fazia nada que me piorasse (na opinião dela) e eu me tratei com ela por 6 meses. Quando eu desconfiei que eu estava piorando por causa do pilates, eu parei por 1 mês e melhorei muito! Depois de um mês, eu resolvi voltar e essa profissional, que não teve a sensibilidade de voltar os exercícios com calma, ao contrário, ela intensificou a carga e, com 1 aula, ela me quebrou, literalmente, e eu nunca mais me recuperei após aquela fatídica aula de pilates.
  • Dica: se não está melhorando, é hora de trocar de profissional. Não caia no ciclo da dependência e não se deixe enganar por pequenas e transitórias melhoras. Melhora é melhora, é definitiva e concreta!

Como é o bloqueio de coluna para Hérnia de Disco, também chamado Denervação Percutânea?

É um procedimento extremamente simples, risco muito baixo, me arrependo de não ter feito nos primeiros 3 meses de crise (fiz após 6 meses). Me internei no hospital à 1 da tarde e às quatro e trinta estava indo para casa. Você fica de repouso alguns dias (2 ou 3) e o efeito leva até 5 dias para acontecer. A anestesia é mais leve do que a da endoscopia e o médio injeta diprospan (corticóide)  nas facetas entre as vértebras afetadas. Em pacientes que têm protusão ou lesões menores, o efeito é 100% e imediato. Em mim, infelizmente, melhorou somente 30%, tirou as pinçadas terríveis de dor que eu tinha ao me mexer na cama e melhorou a minha mobilidade. Mas a dor não foi embora. 

Como é a clínica da dor para Hérnia de Disco?

É outro tipo de bloqueio, desta vez, dos nervos periféricos. O médico aplica anestésicos (e de vez em quando corticóide) nas costas, próximo ao local da dor. O efeito dura de 3 a 4 dias. É algo para te auxiliar a fazer alguma terapia física em conjunto e se reabilitar, mas esse bloqueio sozinho é nada mais que um paliativo. Eu não sabia que o médico aplicava corticóides e fiquei sabendo somente no final, não gostei nem um pouco disso. Pense nisso como uma medida de curto prazo para diminuir a dor e te permitir evoluir na fisioterapia.

Qual é a cirurgia minimamente invasiva para hérnia de disco?

São várias nomenclaturas mas eu procurei no site doctoralia por médicos usando alguns filtros de busca e usei: discectomia, microcirurgia de hérnia discal, cirurgia endoscópica, tratamento cirurgico de hérnial discal... Coloquei os filtros e fui selecionando os médicos de acordo com o plano de saúde e hospital que eles atendiam. No SUS, pelo menos aqui em Belo Horizonte, é o Hospital das Clínicas que faz.

Eu fiz a microcirurgia, também chamada discectomia, mas na guia da Unimed simplesmente estava cirurgia da coluna. Neste procedimento o corte não é tão mínimo quanto em outras cirurgias modernas, mas o meu médico defende que o campo de visão é melhor e a segurança também e é preferível ter uma margem de segurança maior do que uma cicatriz 2 cms menor. Eu confiei nele e concordei com seu ponto de vista.

Como é a cirurgia?

Eu tinha convicção de a cirurgia ia dar certo porque o procedimento é muito lógico. O nervo está sendo pressionado pela hérnia. O médico faz um corte pequeno, tira somente a hérnia e algum material solto dentro do disco. Acabou a pressão, acabou a dor. Converse no detalhe com o médico, certifique-se de que ele não vá tirar o disco todo, não deixe, viu, rs. É só a hérnia mesmo. O corte é pequeno, alguns médicos fazem 1,5 cm. A micro cirurgia abre um pouco mais, uns 3 a 4 cm. A cirurgia convencional abre de 12 a 20 cm.

A minha anestesia foi geral, a cirurgia durou 3 horas e eles me acordaram depois de 1 hora. Não havia mais dor quando eu acordei. Meu tempo total de internação foi de 40 horas. Acordei às 18:20 h da cirurgia e o médico me pediu para eu não me levantar naquela noite. Na manhã seguinte, me levantei e tomei banho sozinha, somente meu marido ficou ao lado me dando um apoio.

Com que médico devo operar hérnia de disco?

Pode ser com um ortopedista de coluna ou com um neurocirugião. Eu ouvi de muitas fontes que o neurocirurgião é o mais indicado quando se refere a nervo, o ortopedista é o indicado quando existe algum desvio na coluna, enfim, eu fiz com neurocirurgião. Encontrei o meu médico através do site doctoralia, li todos os comentários de pacientes sobre todos os neuros que faziam essa cirurgia e também li os sites dos que tinham site. 

O dr. Alexandre é uma pessoa extremamente humana, me mandou mensagens para saber como eu estava no pós-operatório, as opiniões dele no Facebook e no Doctoralia são as melhores e ele tem treinamentos em Boston e São Francisco - EUA. Ele é jovem, mas extremamente experiente (uns 25 anos de formado). O site dele é extremamente bem explicado, eu me senti super segura porque ele é uma paz para te ouvir e para explicar e ele ainda fez uma inflitração em mim para eu aguentar esperar os dias em que o plano iria demorar para aprovar a cirurgia. A infiltração ajudou muito e ele fez com toda a calma, sendo que a minha consulta era de retorno! Suuuper indico.


Dr. Alexandre de Resende Pires Miranda 

Existe risco de paralisia por cirurgia de hérnia de disco?

Não sei dizer se na cervical tem, no meu caso, era lombar L5/S1 e a medula termina na L2. Fiquei super aliviada ao saber disso. O médico pode explicar cada caso, mas esse tipo de cirurgia é de risco muito baixo.

Como é o pós-operatório da hérnia de disco?
  • Nos três primeiros dias tive dor no local da incisão, mas é uma dor fraca e eles te dão remédios como a Codeína e Dipirona IG (que eu já tomava antes). Depois parei de tomar e não precisei mais. Dor nos locais onde eu tinha a hérnia (do quadril ao pé), nunca mais. Você sente o local da incisão de vez em quando, em algum movimento, por uns 30 dias. Mas tudo muito fraco,  não se compara com a dor de antes.
  • Dormência na perna é normal, eu tive na perna direita toda na primeira noite pós cirurgia e depois ela foi indo embora, parte a parte da perna. Por uns 20 dias, tive dormência nas laterais externas das duas coxas, acredito que era de tanto ficar deitada de lado. Tudo passa.
  • Formigamento tive por uns 25 dias, dava à noite. A princípio, tomei a pregabalina dia sim dia não por 15 dias e depois mais uma semana passei a tomar a cada três dias. Não pode interromper o remédio de uma hora para a outra, tem de tirar aos poucos. O formigamento passou e eu nem percebi.
  • Primeiros quinze dias:  Depende de cada médico, a mãe da minha amiga que operou, por exemplo, no dia seguinte estava sentada. O meu médico fala que a posição sentada é a que mais dá pressão sobre a coluna, então, nos primeiros quinze dias, ele pede para somente ficar deitado ou de pé, só sentando-se ao ir ao vaso. 
  • De 15 a 30 dias: pode-se sentar normalmente, mas ainda manter um repouso. Antes de completar trinta dias, eu fui a uma festinha, de tão bem que estava.
  • Depois de 30 dias - vida normal, liberado dirigir e relação sexual. Só não é permitido exercício físico. Quem quiser, pode fazer fisioterapia ou rpg.
  • Após 3 meses: pode fazer qualquer exercício físico.

Existe chance da hérnia de disco voltar após a cirurgia?

Citando o site " Fisioterapia para Todos": "A taxa de sucesso da cirurgia da coluna vertebral é de cerca de 90-95%. Cerca de 5-10% dos pacientes irão desenvolver outra hérnia de disco.

Uma recorrência de hérnia de disco pode ocorrer imediatamente após a cirurgia ou muitos anos mais tarde, embora seja mais freqüente nos primeiros três meses após a operação."

Eu tenho convicção de que se a hérnia volta, é porque a pessoa não fez um pós-operatório direito ou porque descuidou do corpo no futuro e voltou a cometer os mesmos erros. 

O meu médico me explicou que, com 15 dias, o local de onde ele tira a hérnia ainda fica um buraco, daí a importância do cuidado. Com 15 dias, forma uma pele e com 30 dias fecha o buraco. Então, sendo que a maioria da taxa entre 5 e 10% que volta é nos três meses, acredito que o descuido tenha fator preponderante aí.


Espero ter ajudado e caso tenham dúvidas, estou à disposição.

18 de dezembro de 2017

Caminhão magic truck magic toys - sugestão de brinquedo de Natal menino



Mais uma dica de presentes de Natal. Meu lindo caminhoneiroooooo!